Entre os dias 17 e 21 de Setembro decorreram no Conservatório de Música do Porto os “Encontros Luso-Brasileiros de Flauta”. Estes resultaram da vontade de aproximação de uma classe de músicos que, nem sempre, tem sido capaz de reunir todo o seu talento. Desta vez, durante cinco dias intensos, todos remamos no mesmo sentido e criamos momentos de grande valor artístico e pedagógico.

Certamente que nestes eventos há sempre quem se empenhe esforçadamente para que tudo aconteça: -todos esses, dando um pouco mais de si, já sentiram o benefício de encontrar e reencontrar amigos, de partilhar um palco, de ouvir boa música e de aprender com a experiência. Contudo, não é demais agradecer aos mentores deste evento e, de uma maneira geral, a todos os que contribuíram para a sua realização:

Luís Meireles, Maria José Souza Guedes, Sara Caldeira, Alberto Jorge, Sofia Ribeiro,Filipe Moço, Celso Woltzenlogel, Rogério Wolf, Ana Maria Ribeiro, Vasco Gouveia, Gil Magalhães, Rute Cruz, Daniela Anjo, Sílvia Cancela, Cristina Silva, Ana Catarina Costa, Eva Morais, Fernando Marinho, Olavo Barros, Anabela Freire, Monika Streitová,  Ana Rita Oliveira, Alexandra da Costa Marquez, Ana Isabel Silva, Aranda Teixeira, Ana Luísa dos Santos Silva Ribeiro, Ana Rita Azevedo, Beatriz da Silva Baião, Beatriz Isabel da Silva Só Alves, Bruno Miguel Tavares Pinheiro, Carlos Miguel Lopes de Araújo, Cristiana Acciaiuoli Catalão Azenha, Cristiano Marques, Diogo André Soares Ferreira, Eliana Santos Ribeiro, Elsa Daniela Ferreira da Costa, Inês Pinto, Isabel da Cunha de Sousa, Isabel Santos, Janete Silva, Joana Beatriz Cardoso Teixeira, Joana Nolasco, José Manuel Ramos Ferreira, Liliana Marinho Mendes, Luís Manuel Lopes de Vasconcelos, Mariana Coelho, Mariana Paiva, Miguel Alexandre da Rocha Teixeira, Paulo Daniel de Jesus Bastos, Ricardo Manuel Teixeira de Pinho, Teresa Sousa Branco Tomás da Costa, Vasco Albano Afonso Carvalho, Vasco Pereira de Sousa, Xavier Pinheiro Santos, entre outros.

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Os “Encontros Luso-Brasileiros de Flauta” foram um momento único, a recordar e a repetir. Para mim, estes representam simbolicamente um regresso a casa (Conservatório de Música do Porto) e o início de uma importante etapa como professor desta escola.

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Concerto Santa Cecília

Novembro 20, 2009

Bruce Craig Roter

Não são poucas as vezes em que me ocorre voltar a este espaço, para partilhar os meus pensamentos, ideias e escolhas,  expectante de que possam ser úteis a quem os tome como exemplo a seguir, ou pelo contrário, como percurso a evitar. O tempo, tem sido escasso para fazer face a todos os desafios e responsabilidades que a vida me coloca, mas por outro lado, estimula a minha capacidade de organização, dedicação e motivação. Desta vez, e nos poucos minutos que encontrei na corrida frenética de mais um dia, resolvi cá voltar para publicitar um concerto, que tem merecido a minha atenção nas últimas semanas. Trata-se de um concerto comemorativo do dia de Santa Cecília, organizado pelo Conservatório de Música da Maia, onde terei a oportunidade de partilhar o palco do Fórum da Maia, no próximo dia 23 (Segunda-Feira), pelas 21h30, com alguns professores e alunos deste conservatório, onde trabalho desde 2005.

Villa-Lobos

Villa-Lobos

Serão interpretadas obras de compositores como Boccherini, Abril, Resanovic, Hindemith, entre outros. No que diz respeito às obras nas quais estou envolvido, nomeadamente, Choro nº 2 de Villa-Lobos para flauta e clarinete e sonata para flauta e percussão de Bruce Craig Roter, que interpretarei com a clarinetista Luísa Marques e com o percussionista Paulo Costa, realço dois aspectos que poderão motivar a vossa deslocação até à cidade da Maia: A primeira obra referida, relembra o compositor Heitor Villa-Lobos, homenageando-o no ano em que se comemoram 50 anos após a sua morte. Em relação à segunda obra, esta está repleta de contrastes, num verdadeiro desafio para estes intérpretes, que segundo palavras do próprio compositor, deverão ser os primeiros a tocar esta obra em Portugal.

Até breve!

Bruce Craig Roter: Sonata para flauta e percussão: Movement II, Flute and Marimba: Yvonne Chavez Hansbrough, Flauta, Robert Hansbrough, Percussão

Com este post pretendo descrever as experiências que tive ao longo da primeira semana de interrupção lectiva ,cuja exigência quase me levava a uma espécie de “erupção lectiva “:-) Alguns dos leitores sentir-se-ão familiarizados com estas “freimas” que vão além das tarefas desempenhadas na sala de aula enquanto que os outros, poderão pelo menos tomar conhecimento das actividades que pode ter um professor de música!…

Boa Páscoa para todos!

abril-2009-013A última semana do segundo período lectivo terminou com as habituais actividades que a caracterizam, entre as quais as audições finais, reuniões de avaliação, etc. Seguidamente e sem que houvesse tempo para um novo fôlego, iniciei a orientação do I curso de aperfeiçoamento de flauta em Ancede (Baião). Este motivou-me a repensar as minhas metodologias, adequando-as aos alunos que se deslocaram até Baião na busca de soluções que servissem os seus fins. Integrado neste curso, houve ainda tempo para um recital em duo com o guitarrista Ricardo Gomes que decorreu no fim de tarde do dia 28 de Março (Sábado) num ambiente calmo, atento e descontraído, e para um concerto de encerramento no dia 30 de Março (segunda-feira) pelos alunos participantes do curso, que contou com a presença de vários intervenientes, entre os quais, a organização do curso (Banda de Ancede) e representantes da autarquia que apoiaram este evento. Cabe a todos eles dizer se foi útil ou não o tempo que dispensaram para que o curso se realizasse e da minha parte, realço com um “muito obrigado” a disponibilidade, atitude e boa disposição demonstrada pelos alunos (não esquecendo o incentivo dos seus professores e encarregados de educação), pela “organização do curso” e pelo guitarrista Ricardo Gomes, que tornaram este curso possível.

abril-2009-024Ao mesmo tempo em que terminava o curso em Ancede, iniciava o curso de aperfeiçoamento do CCM orientado pelo professor Gil Magalhães, no qual estive presente na qualidade de professor do CCM e consequentemente de vários alunos que participaram no curso. Não querendo entrar em pormenores que devem ser guardados para os “espaços” adequados, quero apenas partilhar a opinião de que este curso foi produtivo e positivo muito pelas capacidades pedagógicas demonstradas pelo professor Gil Magalhães não esquecendo, no entanto, todos os que se empenharam na realização do curso.

A semana decorria e no pouco tempo que restava houve ainda tempo para apoiar alguns alunos que se dedicaram à preparação da sua participação no Concurso Nacional de Musica Terras de La-Salette. Após a sua participação, senti uma grande satisfação e orgulho pelo trabalho que desempenharam. Apesar disso, e porque “nem tudo são rosas”, aparentes resultados não obtidos provocaram algum desânimo e motivaram-me a reflectir na procura do que é verdadeiramente essencial! Reparei que o panfleto/regulamento deste concurso não contemplava um artigo com objectivos e recorrendo ao regulamento do concurso referido no post anterior, encontrei os seguintes objectivos que destaco:

· divulgar e promover a criação musical

· proporcionar condições para o desenvolvimento musical dos concorrentes

· criar mais uma oportunidade de apresentação do trabalho desenvolvido pelos concorrentes durante o seu percurso musical

· promover a interacção entre flautistas de todas as idades e com os mais diversos tipos de experiências musicais

· proporcionar aos concorrentes que coloquem o seu trabalho sob a avaliação pública de um júri reconhecido

· proporcionar aos concorrentes e interessados mais um objectivo de trabalho, elevando assim os níveis motivacionais, nomeadamente em concorrentes em início de formação.”

In http://concursoflauta.no.sapo.pt/objectivos.html

Todos estes objectivos me parecem válidos, mas ao mesmo tempo a sua subjectividade levanta demasiadas questões, que não devem ser abordadas de ânimo leve, não me atrevendo (para já) a desenvolvê-las. Deixo-vos somente a sugestão de que reflictam sobre elas, para que futuramente  o “nosso” trabalho encontre o sentido certo, sem que nos deixemos levar por factores menos válidos e que nos afastam do essencial, como a atribuição de prémios.

Despeço-me expressando a importância que tem para mim a ideia de que tanto os cursos de aperfeiçoamento, como os concursos e competições, deverão ser na sua essência meios de aprendizagem e apenas isso!

Yehudi Menuhin

Yehudi Menuhin

Apesar de me sentir completamente absorvido por tarefas inúmeras, pelo que a arte da música significa para mim, não poderia deixar de partilhar algumas palavras sobre o Dia Mundial da Música e o quão realizado me sinto por esta arte ocupar grande parte do meu tempo e do meu pensamento.

O Dia Mundial da Música foi instituído em 1975 pelo International Music Council, uma organização não-governamental fundada em 1948 sob o patrocínio da UNESCO. Numa carta datada de 30 de Novembro de 1974 e assinada por  Yehudi Menuhin (Presidente) e Boris Yarustowski (Vice-Presidente), os membros do IMC eram informados de que o primeiro Dia Internacional da Musica, seria assinalado a 1 de Outubro de 1975, de acordo com a resolução levada a cabo na 15ª Assembleia Geral do IMC, realizada no ano de 1973, em Lausanne.

A IMC pretendia através da implementação do Dia Mundial da Música: “encorajar a promoção da nossa arte musical em todas as secções da sociedade; a aplicação dos ideais da UNESCO de paz e amizade entre os povos, evolução das suas culturas e apreciação mútua dos seus valores estéticos […]

De forma a colocar estas intenções em prática, a IMC propunha ainda a consideração de um plano de acção que pretendia a realização de eventos musicais, programas televisivos e radiofónicos, imprensa, gravações e acções de luta contra a poluição sonora.

A IMC manifestava por fim o desejo de que este dia se tornasse num evento anual para a propagação do legado da arte da música, fortalecendo através dela os valores da paz e da amizade entre os povos.

Assim o é?…

Despedido com rosas

Junho 25, 2008

Despedido com rosas…

O ano lectivo da Escola de Música da Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende teve para mim um final muito peculiar, o que motivou a minha reflexão e partilha neste espaço. O último dia de aulas é marcado nesta escola por uma audição final onde participam as várias classes em agrupamentos de música de câmara e pela participação solista dos alunos finalistas, acompanhados pela orquestra da escola! Até aqui nada de novo em relação ao ano transacto. No entanto, ao longo do dia (mais precisamente depois de ter conversado com os meus alunos da parte da manhã e de ter feito um balanço do ano que terminava, numa perspectiva de continuidade e na expectativa de que o próximo fosse ainda melhor) fui informado da dispensa das minhas funções. Esta foi a forma que a direcção encontrou para “segurar” alguns músicos da Banda de Música que “até já estão em escolas superiores!” e começam a ter propostas de outras Bandas. Assim, a referida direcção resolveu demitir ou suavizando a questão, dispensar três actuais professores para “brindar” três músicos da Banda com um novo cargo. Resumidamente, “vamos apostar na gente da terra e dispensar os de fora!!!!”. Perguntam-me se compreendo? Sim, compreendo. Mas soa-me a provincianismo e a “pensamentos pequeninos”. Segundo esta mentalidade, um músico de Esposende nunca poderá tocar na Orquestra Sinfónica Portuguesa (sedeada em Lisboa). Primeiro os da terra senhores directores? Não! Primeiro os competentes e bem formados. Na verdade, “todos” gostam de igualdade quando lhes convém…

Há um mês atrás, reparei na abundância de um ambiente de desconcentração e desânimo entre os meus alunos, que vinha a prejudicar o desempenho nas aulas. Não foram poucas as vezes em que questionei os meus alunos e a mim próprio sobre quais as causas deste estado! Eis que no Sábado tive a resposta: Parece que a notícia da “dispensa dos professores” já circulava nos corredores e chegou aos ouvidos dos meus alunos bem antes de eu próprio ser informado!…Os alunos tinham razão para andarem pelo menos confusos. Entretanto, reuni a classe para lhes dar a notícia oficial. Criou-se um ambiente de tristeza e o desabafo e reflexão prevaleceram…Chegou o momento da audição. O ensemble de flautas iniciou a sua actuação com a peça “Humoreske” de Dvorak, antecipando e de certa forma premeditando o momento que se seguiu e que dando titulo a este artigo, tem o seu quê de humorístico. No final da audição e durante as cerimónias de encerramento do ano lectivo, o Senhor Presidente decidiu chamar ao palco os três músicos dispensados e agradecer o seu trabalho com a oferta de um ramo de rosas. Foi então que comentei: “Nunca fui despedido com rosas…”. Talvez a intenção fosse mesmo agradecer ou amenizar os ânimos exaltados pela “sua” própria decisão, mas apenas provocou em mim um sorriso constrangido do qual pretendo tirar uma lição. Dizia o Senhor Presidente: “A vida é assim mesmo!”… E eu digo: Não, a vida não deve ser assim. Ou cada um de nós não espera continuar o seu trabalho quando este é positivo? 

Não pedi a ninguém para ser professor desta escola e não conhecia pessoalmente a maior parte dos professores, inclusive o professor que me deu a oportunidade de desempenhar este trabalho. Pelo que sei, esta oportunidade surgiu porque alguém deu a minha referência tendo em conta o meu desempenho noutra escola. Desde então, abracei o projecto com dedicação e profissionalismo, nunca o subestimando em relação a escolas oficiais onde lecciono. Pelo contrário, coloquei sempre a fasquia o mais alto possível, nunca abdicando da partilha da minha experiência e vivência musical, no sentido de alargar os horizontes dos meus alunos e contribuir para a evolução da escola. Resta-me a consciência do dever cumprido, das experiências partilhadas e do companheirismo sedimentado durante dois anos. Estou tranquilo porque acredito que o tempo separa o trigo do joio e no final desse tempo, espero estar do lado certo. Um “bem haja” a todos os professores com quem trabalhei e um forte abraço para os meus alunos.

“Alguns cientistas acreditam que os robots serão capazes de se aproximarem de uma inteligência semelhante à humana na primeira metade do século XXI. Mesmo antes destes níveis de inteligência teóricos serem obtidos, especula-se que os robots podem começar a substituir os humanos em muitos trabalhos intensivos.”

Foi o escritor checo Karel Čapek quem introduziu a palavra Robot na sua peça “Rossuum’s Universal Robots em 1921. O termo Robot surge da palavra checa “robota”, que significa “trabalho forçado”.

Segundo uma designação do “Wikipédia”, os robots são utilizados para realizar trabalhos que são muitos pesados, sujos ou perigosos para os seres humanos, em aplicações que incluem a limpeza de lixo tóxico, exploração subaquática e espacial, cirurgias, mineração, busca e regaste e a busca de minas terrestres.

Até aqui estamos do mesmo lado! No entanto, o mesmo artigo refere que os robots estão a surgir nas áreas de cuidados de saúde e entretenimento. Mas não é sabido que o desemprego na área da saúde aumenta drasticamente? A que tipo de trabalho sujo ou perigoso se referem quanto se trata de prestar cuidados a um doente?

O artigo refere ainda uma classe de robots aplicada entre outros no ramo automóvel, os manipuladores industriais…Estes possuem capacidades de movimento similares ao braço humano […] As aplicações incluem soldagem, pintura e carregamento de máquinas. A indústria automóvel é um dos campos que mais se utiliza desta tecnologia, onde os robots são programados para substituir a mão-de-obra humana em trabalhos repetitivos ou perigosos.

Surgem os robots domésticos e uma série de fabricantes que lançaram aspiradores robóticos! (Sempre achei que era perigoso aspirar 🙂 )

MUITO BEM! “Substituir a mão-de-obra humana em trabalhos repetitivos ou perigosos!!!”  

Presumo que foi baseado nesta teoria que Jacques de Vaucanson criou em 1738 o primeiro robot funcional: um andróide que tocava flauta! De facto, é muito perigoso tocar flauta!… Já me aconteceu numa daquelas procissões das festas populares em que a rua subia com um grau de inclinação elevado, faltar-me o ar e quase me deu o fanico 🙂

Surge o campo dos robots sociais que investiga as relações entre os robôs e os humanos (Será que o meu vizinho é um Robot?:) ) Um “ludobot” é um exemplo de um robot social dedicado ao entretenimento e companhia. Presumo que seja com o objectivo de entreter, que os senhores investigadores da robótica inventaram o “robot flautista” que tiveram a oportunidade de ver no primeiro vídeo! De facto a tecnologia avançou ao ponto de se desenvolver no subconsciente humano o receio de serem substituídos pela sua própria criação. No entanto, e se estes senhores ainda não compreenderam que a música é muito mais do que electrónica, mecânica e software, vejam o vídeo que se segue e compreenderão que estão longe de substituir o músico. Creio que seria bem mais útil investir todos os fundos que gastaram no projecto do referido “robot flautista”, subsidiando uma escola de música…

Sir James Galway Vs Robot Flautista

10-0

No passado dia 30 de Abril tive a oportunidade de escutar o Concerto realizado no Palácio da Bolsa pelos flautistas Maxence Larrieu e Luís Meireles, acompanhados pelo cravista Marcos Magalhães. A minha atenção estava voltada para o flautista Maxence Larrieu e à forma como este se “fundiria” com o meu ex-professor Luís Meireles, de quem espero sempre boas prestações. Para mim, a oportunidade de assistir pela primeira vez à performance de Maxence Larrieu era única, o que aumentou a minha expectativa e curiosidade.

Não pretendo tecer nenhuma espécie de critica a este concerto, embora na minha modesta opinião não esconda que foi um belo momento musical. Pretendo sim, partilhar a minha admiração para com o músico Maxence Larrieu. De facto, este músico de idade muito respeitável colocou em palco perseverança, clareza, frescura e cultura musical!

No dia seguinte tive a oportunidade de o ouvir e conhecer um pouco mais de perto, na master-classe que se realizou no Conservatório de Música do Porto. Como nos “velhos tempos”, cheguei ao Conservatório por volta das 8h30m para me preparar para a minha aula (que por ser a primeira do curso me deixou um pouco ansioso) que iniciou por volta das 10 horas! Foi bom relembrar os aromas, os espaços e as pessoas deste conservatório onde passei uma boa parte da minha vida! Escolhi para tocar neste curso a obra “Cantabile et Presto” de Georges Enesco e foi muito importante para mim ouvir a opinião do Professor M. Larrieu! Digamos que tenho matéria para uns tempos!

O meu obrigado ao Professor M. Larrieu e a quem tornou possível a sua vinda a Portugal.

No link seguinte podem escutar:

Siciliano da Sonata in E Flat, BWV 1031 – Maxence Larrieu

Abril 18, 2007

[O homem que não tem música dentro de si, e que não se comove com a doçura e harmonia dos sons, é capaz de traições, conspirações e de pilhagens.]

 William Shakespeare, O Mercador de Veneza, V, 1, Lourenço.